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Regulamento Campeonato 2017

Campeonato Futebol 2017

3º ADENDO SUBSTITUTIVO AO REGULAMENTO

A comissão organizadora do campeonato de futebol Granada 2017 deliberam nova mudança no regulamento conforme descrito a seguir:

Art. 37º SEGUNDA FASE – Na segunda fase, na categoria Master, serão definidas 02 chaves A e B, a chave A sendo 1º, 4º, 6º e 8º colocados, e chave B sendo 2º, 3º, 5º e 7º colocados da fase anterior, As equipes jogam dentro da própria chave em turno único. Na categoria Sênior serão definidas 03 chaves A, B e C, a chave A sendo 1º, 5º e 9º colocados, e chave B sendo 2º, 6º e 8º colocados, e chave C sendo 3º, 4º e 7º colocados, da fase anterior. As equipes jogam dentro da própria chave em jogos de ida e volta. Na categoria Supermaster serão definidas 02 chaves A e B, que serão montadas por sorteio. O primeiro sorteio será entre os times que disputaram a Taça Granada alocando um time em cada chave. Segundo sorteio entre os times classificados nas 3º, 4º, 5º e 6º lugares da primeira fase compondo 02 times para cada chave. Terceiro sorteio para o 7º colocado na primeira fase que será alocado em uma das chaves, definindo assim uma chave com 03 equipes e outra chave com 04 equipes. As equipes jogam dentro da própria chave em turno único.

Belo Horizonte, 21/08/2017

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2º ADENDO SUBSTITUTIVO AO REGULAMENTO

Os capitães da categoria Supermaster se reuniram no dia 19/07/2017 e deliberam nova mudança no regulamento referente a Fórmula de Disputa da Categoria Supermaster, sendo prontamente aceito pela comissão organizadora, conforme descrito a seguir:

Nova Redação

Art. 36º – PRIMEIRA FASE – A primeira fase será disputada em turno único em todas as categorias. Somente nas categorias Sênior e Master os ganhadores da 1ª fase entram para a segunda fase com 1(um) ponto cada.  Ao final desta fase, haverá uma disputa entre o primeiro e segundo colocado; TAÇA GRANADA.

Art. 37º SEGUNDA FASE – Na segunda fase, na categoria Master, serão definidas 02 chaves A e B, a chave A sendo 1º, 3º, 5º e 7º colocados, e chave B sendo 2º, 4º, 6º e 8º colocados da fase anterior. Na categoria Sênior serão definidas 03 chaves A, B e C, a chave A sendo 1º, 4º e 7º colocados, e chave B sendo 2º, 5º e 8º colocados, e chave C sendo 3º, 6º e 9º colocados, da fase anterior. Na categoria Supermaster serão definidas 02 chaves A e B, que serão montadas por sorteio. O primeiro sorteio será entre os times que disputaram a Taça Granada alocando um time em cada chave. Segundo sorteio entre os times classificados nas 3º, 4º, 5º e 6º lugares da primeira fase compondo 02 times para cada chave. Terceiro sorteio para o 7º colocado na primeira fase que será alocado em uma das chaves, definindo assim uma chave com 03 equipes e outra chave com 04 equipes.  

Art. 38º TERCEIRA FASE ou SEMIFINAL – Classificam-se para essa fase, na categoria Master o vencedor e o segundo colocado de cada chave, da segunda fase, disputando em jogo único o 1º da chave A contra o 2º da chave B e o 1º da chave B contra o 2º da chave A. Na categoria Sênior, classificam-se o vencedor de cada chave e o melhor segundo colocado, da segunda fase, disputando em jogo único o 1º da chave A contra o 2º da chave B e o 1º da chave C contra o 2º melhor colocado. Na categoria Supermaster o vencedor e o segundo colocado de cada chave, da segunda fase, disputando em jogo único o 1º da chave A contra o 2º da chave B e o 1º da chave B contra o 2º da chave A.

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1º ADENDO SUBSTITUTIVO AO REGULAMENTO

A comissão organizadora do campeonato de futebol 2017, resolve atender as reinvindicações e sugestões feita pelos capitães das categorias máster, supermaster e sênior, altera o regulamento nos artigos abaixo:

Artigo 9º  Nova Redação

Art. 9º – Os jogos serão disputados em 2(dois) tempos de 45 minutos em todas as categorias, com intervalos de 05 minutos.

Artigo 63º Nova Redação

Art. 63º – SUBSTITUIÇÕES – É de competência exclusiva dos técnicos fazê-las. Nas categorias máster e sênior o atleta substituído poderá voltar a atuar na mesma partida por mais uma vez. Na categoria supermaster o atleta substituído poderá voltar a atuar na mesma partida por quantas vezes for necessário, sem limite.

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GRANADA IATE CLUBE

Diretoria de Futebol

CAMPEONATO DE FUTEBOL DE CAMPO 2017

REGULAMENTO GERAL

Capítulo I – Da Finalidade

Art. 1º – O campeonato de futebol de campo do Granada Iate Clube tem como finalidade proporcionar maior integração entre os associados, através de uma disputa saudável em que o respeito aos princípios da ética desportiva seja uma busca constante. Razões pelas quais todas as atitudes relativas à falta de respeito, indisciplina de qualquer ordem, agressões e situações similares serão repudiadas e punidas com o devido rigor.

Capítulo II – Dos Poderes

Art. 2º – São dotas de poderes do campeonato

– Comissão Organizadora

– Comissão Disciplinar

Art. 3º – A comissão organizadora será composta pelo Presidente, Diretor de Futebol e Associados Colaboradores.

Art. 4º – A comissão disciplinar será composta pelo Presidente, 1º Secretário, Diretor de Esportes e Recreação e Diretor de Futebol.

Capítulo III – Das Responsabilidades

Art. 5º – À Comissão Organizadora caberá:

– Estimular a participação dos associados, fazendo uso dos meios de divulgação ao seu alcance.

– Fazer se representar nos momentos solenes da competição

– Elaborar o planejamento de toda a atividade

– Acompanhar e supervisionar permanentemente o desenvolvimento da competição.

– Separar e montar as equipes previamente, conforme critérios por ela mesma estabelecidos e divulgados aos associados.

– Prever recursos visando o pagamento de premiação, arbitragem, impressos e demais despesas.

– realizar a logística e a coordenação técnica do evento.

– Elaborar a tabela, o cronograma e o calendário da competição.

– Elaborar um esquema dinâmico para as inscrições, que possa atender aos associados.

Art. 6º – À Comissão Disciplinar caberá:

– Avaliar e julgar as atitudes disciplinares, baseado nos relatos da súmula e de acordo com o código disciplinar e pelo Estatuto do Clube e amparados pelo Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

– Aplicar de forma imediata e em procedimento sumário, as sansões disciplinares adequadas de acordo com as infrações cometidas, observadas devidas formalidades estabelecidas no Código Disciplinar e Estatuto do Clube

Capítulo IV – Da Competição

Art. 7º – Os jogos obedecerão às regras oficiais da C.B.F., observando as adaptações deste regulamento e amparadas pelo CBJD

Art. 8º – O campeonato será dividido em 3(três) categorias de idades, assim definidas:

– Categoria Sênior – 20 a 38 anos

– Categoria Máster – 39 a 55 anos

– Categoria Supermaster – a partir de 56 anos

– O ano de nascimento é que determina a idade.

– As categorias poderão sofrer alterações, conforme o número de inscrições.

– Os associados entre 37 e 41 anos poderão solicitar à comissão sua mudança de categoria entre sênior ou máster.

– Os associados entre 54 e 58 anos poderão solicitar à comissão sua mudança de categoria, entre máster ou supermaster

– Outra providência necessária, visando atender associados que por interesse próprio ou por deficiência técnica ou de preparo físico, podem ser autorizados, pela Comissão a participar em outra categoria apenas.

– Para os goleiros, a Comissão Organizadora vai elaborar uma lista de goleiros determinando a categoria que cada goleiro poderá jogar, como exclusivo e como biônico.

Art. 9º – Os jogos serão disputados em 2(dois) tempos de 45 minutos em todas as categorias, com intervalos de 05 minutos.

Ar. 10º – Será considerada perdedora por ausência ( W x O ) a equipe que não comparecer para o jogo até 30 minutos do início da partida.

– A equipe que vencer por W x O registrará a seu favor o placar de 3 x 0.

Art. 11º – Haverá um prazo de tolerância de 15 (quinze) minutos para todas as partidas. A contagem desse prazo se inicia assim que terminar a partida anterior, exceto na primeira partida que se inicia a partir da hora determinada para início da mesma.

Art. 12º – Adiamentos e suspensões de jogos somente ocorrerão a critério da comissão organizadora.

– No caso de abandono de campo, número insuficiente de atletas e o popular cai-cai, sempre devidamente descrito na súmula do jogo, a equipe que abandonar o jogo perderá os pontos em disputa a favor do adversário.

– No caso impedimento de início ou continuidade do jogo por ação direta de indisciplina, violência ou outra, sempre devidamente descrito na súmula do jogo, a equipe que tiver jogador que tenha provocado uma destas situações, poderá perder os pontos em disputa a favor do adversário.

Art. 13 º – Cada equipe será composta de 11(onze) jogadores titulares, jogadores suplentes e um técnico. As regras oficiais do esporte determinam o número mínimo necessário para iniciar a partida.

Art. 14º- Só poderão permanecer no banco de reservas, o técnico e os jogadores suplentes, devidamente uniformizados. Será determinada uma área técnica para estabelecer os limites de atuação dos técnicos.

Capítulo V – Dos Uniformes

Art. 15º – O atleta só poderá atuar na partida se estiver usando o uniforme, camisa e calção, padronizado de sua equipe. Este uniforme será fornecido pela comissão organizadora.

  • 1º – Pequenas diferenças nas meias dos atletas deverão ser informadas ao delegado da partida, que autorizará ou não a participação do atleta.
  • 2º – Em caso de perda ou extravio do uniforme, o clube não se responsabiliza pela reposição de outro uniforme. Caso tenha um de reserva, será cobrada uma taxa pela sua aquisição.

Art. 16º – As camisas deverão ser numeradas, estampadas com a marca do patrocinador.

Art. 17º – Não será permitido o uso de chuteiras com travas de alumínio. Situação que enseja a perda dos pontos da partida à equipe do atleta que descumprir este artigo.

Art. 18º – A comissão organizadora deve providenciar uniformes diferentes para cada equipe, mas, caso as equipes que vão se enfrentar estiverem com uniformes semelhantes, caberá à comissão organizadora providenciar a troca de um dos uniformes, mediante o sorteio.

Art. 19º- Caso a equipe queira providenciar um uniforme “B” para sua equipe, terá que ser com recursos próprios e com a anuência da comissão organizadora.

Capítulo VI – Do Atendimento Médico

Art. 20º – A comissão organizadora não se responsabilizará pelo tratamento médico de qualquer natureza, que possam derivar de acidentes ocorridos com os participantes antes, durante e após as partidas. Se necessário o delegado da partida acionará o SAMU para transporte e primeiros socorros.

Art. 21º – A comissão organizadora recomenda aos participantes do evento uma preparação física antecipada e o controle médico adequado.

Capítulo VII – Das Inscrições

Art. 22º – Poderão participar do campeonato de futebol de campo do Granada, todos os associados e dependentes em situação regular com o clube, a partir da idade mínima estabelecida no regulamento, além de convidados. A Administração do clube é autoridade na definição desta regularidade.

  • 1º – As fichas de inscrições dos menores de 18 anos deverão ser assinadas pelos pais ou responsáveis.
  • 2 – A fim de suprir a carência de goleiros no clube, qualquer associado poderá, com anuência da Comissão Organizadora, convidar um goleiro não associado para atuar no campeonato. Este deverá atender a um protocolo exigido pela secretaria do clube e será enquadrado na categoria de goleiro convidado.
  • 3 – O Associado ao se inscrever no campeonato se compromete a comparecer a todas as partidas de sua equipe. Caso falte a 03 partidas consecutivas, com ou sem justificativa, poderá ser substituído no time, a pedido do capitão e com a autorização da comissão organizadora. O capitão deverá formalizar por escrito a solicitação de substituição do jogador.

Art. 23º – A comissão organizadora organizará um esquema eficiente para receber as inscrições dentro de um prazo previamente estabelecido.

Art. 24º- O prazo para inscrições se encerrará por data ou pelo número necessário para formar as equipes. A partir daí, novas inscrições irão para uma relação de jogadores em espera.

  • 1º – Iniciado o campeonato e fechada às inscrições, em caso de abandono ou de contusão de algum inscrito durante o campeonato a comissão irá selecionar na relação de jogadores, por critérios de categoria, para substituição e recomposição do time, mantendo o equilíbrio das equipes.

Art. 25º – Será cobrada uma taxa de inscrição necessária para compra dos uniformes e demais despesas com a competição.

  • 1º – O atleta inscrito e depois de pagar a taxa de inscrição, receberá o uniforme completo de sua equipe, ou seja, camisa, calção e meias.
  • 2º – As inscrições serão feitas através de formulário próprio, com dados relativos aos inscritos que possam facilitar para a comissão no ato da separação das equipes

Art. 26º – A comissão organizadora tentará, na medida do possível, e sem ferir os critérios de seleção, atender as solicitações dos inscritos quanto a escolhas de quem gostaria ou não gostaria jogar.

Capítulo VIII – Da Seleção das Equipes

Art. 27º – Antes da escolha das equipes, a comissão organizadora convidará entre os inscritos, aqueles que representarão as equipes na condição de Capitão.

Art. 28º – Compete ao capitão:

– Organizar, preparar e estruturar a sua equipe. Ele será o responsável pela comunicação e convocação de seus jogadores para os jogos.

– Tomar decisões em nome do grupo e representa-lo ao longo do campeonato.

– Ser um elo de ligação entre sua equipe e a comissão organizadora

– Desempenhar a sua função de forma cordial, democrática e conciliadora junto ao seu grupo.

– Verificar a regularidade de seus jogadores para as partidas. Deverá ter o controle dos cartões amarelos, vermelhos e demais punições de seus atletas.

Parágrafo único – avisar os jogadores, com antecedência da data e dos horários dos jogos. Na impossibilidade de seu goleiro fixo comparecer ao jogo, deverá providenciar um goleiro biônico para substitui-lo. A comissão apenas disponibilizará relação de goleiros e telefones de contato dos mesmos.

Art. 29º – O capitão, em comum acordo com o seu grupo de jogadores, poderá escolher um associado para atuar como técnico de sua equipe.

Art. 30º – É de responsabilidade da comissão organizadora selecionar as equipes participantes do campeonato. A Comissão poderá convidar alguns associados para participar da seleção das equipes.

Art. 31º – A comissão deve buscar o equilíbrio de forças entre as equipes, os critérios para divisão serão a idade, a posição e a classificação de cada jogador. O último critério será estabelecido pela comissão.

Parágrafo único – O patrocinador terá direito a indicações de acordo com os critérios divulgados pela comissão.

Art. 32º – O técnico como parte integrante da equipe deverá ter uma postura adequada, pois está sujeito a punições que poderão prejudicar sua equipe. Deverá estar decentemente trajado, não fumar na área técnica e não fazer uso de bebidas alcoólicas durante a partida.

Art. 33º – Convidados, portanto, não associados, não poderão atuar como técnico

Parágrafo Único – Na ausência do técnico oficial da equipe, qualquer jogador da equipe poderá assumir a função de técnico, mantendo-se inscrito na súmula como jogador.

Art. 34º – Após o sorteio das equipes, os capitães e patrocinadores terão 01 semana para promover até 03 trocas de jogadores com outros times, seguindo o critério de categoria e classificação, independentemente da posição.

Capítulo IX – Da Fórmula de Disputa

Art. 35º – O campeonato será dividido em 4(qua tro) fases distintas.

A- 1ª Fase: Seletiva

B – 2ª Fase: Chaveamento

C – 3ª Fase: Fase Semifinal

D – 4ª Fase: Fase Final

Art. 36º – PRIMEIRA FASE – A primeira fase será disputada em turno único. Ao final desta fase, haverá uma disputa entre o primeiro e segundo colocado; TAÇA GRANADA. Os ganhadores em todas as categorias entram para a segunda fase com 1(um) ponto cada.

Art. 37º SEGUNDA FASE – Na segunda fase, na categoria Master, serão definidas 02 chaves A e B, a chave A sendo 1º, 3º, 5º e 7º colocados, e chave B sendo 2º, 4º, 6º e 8º colocados da fase anterior. Na categoria Sênior serão definidas 03 chaves A, B e C, a chave A sendo 1º, 4º e 7º colocados, e chave B sendo 2º, 5º e 8º colocados, e chave C sendo 3º, 6º e 9º colocados, da fase anterior. Na categoria Supermaster serão definidas 02 chaves A e B, a chave A sendo 1º, 2º, e 3º colocados, e a chave B sendo 4º, 5º, 6º e 7º colocados. As equipes jogam dentro da própria chave em turno único.

Art. 38º TERCEIRA FASE ou SEMIFINAL – Classificam-se para essa fase, na categoria Master o vencedor e o segundo colocado de cada chave, da segunda fase, disputando em jogo único o 1º da chave A contra o 2º da chave B e o 1º da chave B contra o 2º da chave A. Na categoria Sênior, classificam-se o vencedor de cada chave e o melhor segundo colocado, da segunda fase, disputando em jogo único o 1º da chave A contra o 2º da chave B e o 1º da chave C contra o 2º melhor colocado. Na categoria Supermaster classificam-se o vencedor e o segundo colocado de cada chave, da segunda fase, disputando em jogo único o 1º da chave A contra o 2º da chave B e o 1º da chave B contra o 2º da chave A. Os vencedores da cada partida estão classificados para a fase final.

Art. 39º – FASE FINAL ou FINAL

Classificam-se para a final os vencedores dos confrontos da terceira fase. Esta fase será disputada em jogo único.

Capítulo X – DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATES

Art. 40º – PRIMEIRA FASE – para todas as categorias

– Em caso de empate por pontos entre duas ou mais equipes, serão obedecidos os seguintes critérios de desempates, que serão sequenciais não retornando ao critério anterior.

1º – Número de vitórias

2º – Saldo de gols

3º – Maior número de gols a favor

4º – Número de cartões disciplinares

– Amarelos ( -2 pontos)

– Vermelhos ( -3 pontos)

5º – Sorteio

Art. 41º – SEGUNDA FASE – para todas as categorias

1º saldo de gols na segunda fase

2º Maior número de gols a favor na segunda fase

3º Cartões disciplinares na segunda fase

– Amarelos ( – 2 pontos)

– cartões vermelhos ( – 3 pontos)

4º – Sorteio

Art. 42º – TERCEIRA E QUARTA FASES – Caso a partida termine empatada em seu tempo normal, haverá cobranças de penalidades máximas, conforme regulamentação da CBF.

Capítulo XI – Das Sanções Disciplinares

Art. 43º – O Estatuto do Clube, as resoluções da Diretoria e o Código Disciplinar do Campeonato são as referências de deliberações das sansões disciplinares no âmbito das atividades esportivas. Sendo assim, todos associados e dependentes que receberem cartões vermelhos nas “peladas” ou nos jogos do campeonato, estarão automaticamente suspensos por 8(oito) dias das atividades de futebol e campeonatos

Parágrafo único – A Comissão Organizadora é a instância máxima de decisões das situações ligadas ao futebol de campo, de suas decisões não cambem quaisquer recursos.

Art. 44º – Os participantes que apresentarem protestos descabidos, injuriosos ou críticas infundadas à comissão do evento, serão punidos a critério da comissão disciplinar.

Parágrafo único – Todo associado que não estando participando da partida, provocar tumultos, invadir o campo, agredir o juiz, que seja moral ou fisicamente, estará sujeito a punições conforme o Estatuto do Clube.

Art. 45º – Recursos quanto à irregularidade dos atletas e equipes adversárias poderão dar entrada na comissão organizadora até 72 horas após o término da partida em que ocorreu o fato, cabendo o ônus da prova ao denunciante.

Art. 46º – Os recursos deverão ser formalizados em duas vias, assinados pelos capitães e entregues ao diretor de futebol ou a alguém por ele nomeado. Não serão aceitos recursos por via fax, xérox, e-mail ou similares.

Art. 47º – Todo ato de indisciplina relatado na súmula pelo árbitro da partida ou pelo delegado da mesa, que tenham gerado expulsão ou não da partida, será avaliado pela Comissão Organizadora. Casa a Comissão entenda que o ato demanda um julgamento disciplinar, encaminhará o fato a comissão disciplinar do clube.

Art. 48º – A súmula com o relato do árbitro e o depoimento do delegado da partida, serão parâmetros para apreciação e julgamento do ato disciplinar.

Art. 49º – O atleta punido pelo árbitro, com cartão amarelo, deverá ficar fora da partida por 5(cinco) minutos. Este tempo será controlado pelo mesário que informará ao árbitro o seu término. Somente o árbitro pode autorizar o retorno do atleta ao campo de jogo.

Art. 50º – O atleta punido com 3(três) cartões amarelos consecutivos ou alternado ficará automaticamente suspenso da próxima partida.

Art. 51º – O técnico que for expulso da partida será julgado de acordo com o ato praticado, e deverá cumprir a sua pena apenas como técnico. Se estiver inscrito como jogador, poderá atuar normalmente por sua equipe, observadas as determinações do Art. 54.

Art. 52º – O jogador punido por cartões amarelos ou vermelhos, não estará impedido de exercer a função de técnico de outra equipe, observadas as determinações do Art. 47.

Art. 53º – No caso de adiamento de uma partida em que o(s) atleta(s) deveria cumprir suspensão, a penalidade deverá ser cumprida na partida seguinte.

Art. 54º – O atleta punido com cartão vermelho estará impedido de continuar na partida e automaticamente suspenso da próxima. A gravidade do ato que gerou o cartão pode determinar punições maiores. Ele não poderá permanecer no banco de reservas.

Art. 55º – O GOLEIRO que estiver atuando como biônico por uma equipe e for punido com o cartão vermelho, cumprirá a punição determinada pelo cartão apenas como biônico. Poderá atuar por sua equipe como goleiro exclusivo, observadas as determinações do Art. 47.

Art. 56º – O GOLEIRO que estiver atuando pela sua equipe como exclusivo e for penalizado com o cartão vermelho, cumprirá a pena determinada pelo cartão apenas como exclusivo. Poderá atuar por outra equipe como biônico, observadas as determinações do Art.47

Art. 57º – O atleta que iniciar um jogo com 2(dois) cartões amarelos, tomar

– O 3º amarelo e em seguida o cartão vermelho, estará sujeito a duas punições, uma pelo cartão vermelho e outra pelos 3(três) cartões amarelos.

  • 1º – Caso tome o cartão vermelho direto, sem tomar o amarelo, cumprirá a suspensão relativa ao cartão vermelho e continuará pendentes pelos dois cartões amarelos.

Art. 58º – A passagem da segunda fase para a terceira fase anula todos os cartões dos jogadores.

Capítulo XIII – Das Adaptações às Regras

Art. 59º – FALTAS COLETIVAS – Todas as faltas serão discriminadas na súmula e no placar. A partir da 16ª (décima sexta) falta coletiva, na partida, será cobrado um “tiro livre” direto da linha externa da meia lua da grande área e sem barreiras, porém somente quando a falta for cometida no campo de defesa do infrator.

Art. 60º – As faltas cometidas no campo de ataque do infrator serão batidas no local da infração.

Art. 61º – Todas as faltas ocorridas no campo de jogo serão passíveis de anotações e contam para aplicação desta regra, inclusive as faltas técnicas, disciplinares e até a aplicação de cartões que não resultam na interrupção da partida, valeram nesta pontuação.

Art. 62º – IMPEDIMENTOS – Os impedimentos serão marcados de acordo com as regras oficiais., porém somente a partir da linha demarcatória da grande área.

Art. 63º – SUBSTITUIÇÕES – É de competência exclusiva dos técnicos fazê-las. O atleta substituído poderá voltar a atuar na mesma partida por mais uma vez.

Art. 64º – REGRA DO TEMPO MÍNIMO – Todo associado inscrito no campeonato, exceto os goleiros, que estejam presentes e devidamente uniformizados terão direito de jogar um tempo mínimo determinado; ou seja, 20 minutos por jogo nas categorias sênior e máster, e 25 minutos na categoria supermaster.

  • 1º – O não cumprimento desta norma acarretará a perda de 1(um) ponto na tábua de classificação
  • 2º- Esta regra valerá para todas as fases do campeonato
  • 3º – O associado para fazer jus a este benefício, deverá permanecer no banco de reservas junto com os demais companheiros.
  • 4º – O associado poderá, por iniciativa própria, abrir mão deste direito; para isto deverá se dirigir ao delegado da partida e informar a sua decisão
  • 5º – O controle do tempo em que estiver jogando será feito pelo mesário da partida que informará aos capitães o tempo de início e término do cumprimento deste artigo.
  • 6º – Só o associado prejudicado pelo não atendimento a esta regra, poderá reclamar deste descumprimento. Não cabe ao adversário reivindicar a perda deste ponto.
  • 7º – Os capitães e técnicos não devem solicitar aos jogadores que abram mão do seu direito, devendo planejar uma estratégia para atender a esta regra. O não cumprimento desta norma acarretará a perda de 1(um) ponto na tábua de classificação
  • 8º – Considerando que nos últimos campeonatos está situação tem sido um fato de desagravo de vários associados, a Comissão Organizadora ficará atenta ao cumprimento desta regra. Lembramos a todos que o Granada é um clube que tem como objetivo principal a integração de todos os seus associados; por isto, recomendamos compreensão, respeito e tolerância nas relações com os associados.

Art. 65º – OS GOLEIROS – Todos os goleiros inscritos no campeonato estão habilitados como biônicos, podem atuar por qualquer equipe, desde que obedeça a relação que indica em qual categoria ele poderá jogar.

Art. 66º – Cada uma das equipes participantes do campeonato terá direito a seu goleiro exclusivo. No caso de ausência comprovada de seu goleiro, o capitão poderá convidar o goleiro que quiser e habilitá-lo como biônico, obedecendo à orientação dos parágrafos anteriores.

Parágrafo único – No caso de contusão ou desistência do goleiro exclusivo, o capitão poderá solicitar outro goleiro para sua equipe. A Comissão Organizadora usando critérios próprios providenciará a substituição.

Art. 67º – Se a equipe tiver goleiro reserva e ele estiver presente, será ele que deverá jogar. Mas, este poderá abrir mão deste direito e permanecer na reserva.

Art. 68º – O goleiro biônico em hipótese alguma poderá atuar como goleiro reserva

Art. 69º – Se duas equipes apresentarem para a partida sem goleiros e apenas um biônico estiver presente, a questão será resolvida da seguinte forma:

  • 1º – Se este já estiver sido convidado por uma das equipes, ele atuara por ela.
  • 2º – Se o goleiro não tiver sido convidado por nenhuma das duas, será efetuado um sorteio. A equipe perdedora do sorteio deverá colocar um jogador de linha no gol, até que apareça outro goleiro.
  • 3º – Se o goleiro titular da equipe que estiver atuando com um biônico chegar, a substituição terá que ser feita. O biônico não poderá atuar pela equipe contrária.
  • 4º – Caso ocorra um imprevisto que impeça a continuação do goleiro na partida, este poderá ser substituído pelo goleiro reserva se tiver, ou qualquer outro biônico presente no clube.
  • 5º – No caso de expulsão do goleiro titular ou biônico, deverá ir para o gol um jogador de linha ou goleiro reserva.

Art. 70º – O atleta inscrito como goleiro não poderá ser escalado na linha.

Capítulo XIV – Das Premiações

Art. 71º – As equipes colocadas nos primeiros lugares receberão troféus e medalhas.

Art. 72º – Também serão oferecidos premiações especiais ao:

– Melhor Jogador de cada categoria

– Artilheiro de cada categoria

– Melhor Goleiro

– Goleiro Menos Vasado

– Melhor Capitão

Art. 73º – A escolha dos premiados será pelo sistema de avaliação processual, jogo após jogo, atribuindo notas baseadas nos critérios de Disciplina, Desempenho Técnico e Integração com o Grupo.

Capítulo XV – Das Disposições Gerais

Art. 74º – Um exemplar deste regulamento estará de posse do delegado da partida, à disposição dos jogadores para qualquer consulta, bem como disponível no site do clube.

Art. 75º – Todos os participantes do campeonato não poderão alegar desconhecimento deste regulamento, ficando sujeitos a todas as suas disposições e às penalidades que dele possam emanar.

Art. 76º – Complementarão este regulamento o planejamento geral, o código disciplinar e os boletins extras.

Art. 77º – Casos não listados nesse regulamento serão decididos pela comissão organizadora.

Capítulo XVI – Das Comunicações

Art. 78º – Todas as informações relativas ao campeonato estarão disponíveis no site do clube e também, serão afixadas no quadro de avisos.

Granada Iate Clube

Comissão Organizadora